Aceitação

 

“A perda, às vezes, pode provocar saudades do que você tinha.Talvez haja traços do seu cônjuge ou hábitos que vocês compartilhavam que considera difícil de abandonar em um divórcio. Ouvi com frequência pessoas dizerem: “Ele é o único que entende meu senso de humor” ou ” Nunca encontrarei alguém que combina comigo em tantos níveis”.

Pode ser um desafio doloroso ter que deixar uma pessoa ou um casamento que teve tantos aspectos bons. Sua inclinação pode ser manter o foco apenas na perda desses aspectos, e esquecer as partes não-tão-boas do relacionamento. O medo de nunca encontrarmos o que já tivemos uma vez pode ser persuasivo.

Certamente, a conexão que compartilhou com seu cônjuge pode nunca mais se encaixar exatamente do mesmo modo, mas se o traço que amava estava em seu cônjuge, é provável existir em outra pessoa também. Lamentar a perda da pessoa com quem se casou, trocou votos, e talvez com quem teve filhos, é completamente apropriado. A questão é a seguinte: quanto tempo é tempo demais para continuar se lamentando?

Embora não haja uma fórmula exata para o tempo que deveria durar o luto (e o luto é um processo muito pessoal), há realmente um momento em que você deveria seguir em frente – mas está estagnado. Esse ponto pode ser mais aparente para os outros do que para você, mas a maioria das pessoas tem uma pequena voz interior que avisa quando é a hora de prosseguir.

Perguntas como “Por quê” “Por que eu?” “Por que agora?” são fúteis porque não mudam sua situação e o impedem de seguir para o próximo capítulo da sua vida”.

Susan Pease Gadoua – Mais forte a cada dia

About The Author

Dani Teixeira

Formada e pós-graduada em algo que nunca lhe deu prazer. Conheceu o coaching, enfrentou um divórcio complicado, abandonou a advocacia no serviço público, fundou a Reconstruindo Histórias e passou a trabalhar apenas com o que ama: ajudar outras pessoas a reconstruírem suas histórias. Hoje é Master Coach, Analista Comportamental e Membro da SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching.

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