O primeiro passo para se livrar das crenças limitantes

 

“Ao longo de nossa vida e, desde nossa infância, somos influenciados positiva e negativamente pelas pessoas a nossa volta, como também pelas situações que experienciamos em nosso dia a dia. Deste modo, vamos formando nossos modelos mentais e percepções do mundo, entretanto, nem sempre estes correspondem à realidade.

Assim nascem as crenças limitantes, ou seja, quanto mais somos submetidos a experiências ruins, mais acumulamos um histórico mental negativo sobre nós mesmos e demais pessoas. Na infância, por exemplo, se um pai diz a seu filho que ele é fraco e incapaz ou o compara com um irmão mais forte, muito provavelmente esta atitude sabotará sua autoestima e o deixará mais inseguro em suas ações.

Este patrocínio negativo, especialmente ao longo infância, é determinante para a formação da criança e da visão que ela tem de si mesma, uma vez que neste período, os pais são suas principais referências e suas palavras e ações têm um peso muito grande.

Se não conseguimos ressignificar as experiências ruins, as palavras negativas proferidas por pessoas que amamos e admiramos, nos fazem criar bloqueios. E mais, alimentamos estereótipos e tratamos de forma pejorativa algumas pessoas e acabamos agindo de forma pessimista em determinadas situações.

O primeiro passo para sair desse círculo vicioso parece ser muito doloroso, mas não é. Esse processo de rompimento com as crenças limitantes começa exatamente com novas e diferentes escolhas. Escolhas e decisões diferentes das que você toma habitualmente. Comece por mudar sua rotina, mude seus hábitos de consumo, invista em que te faz SER UMA PESSOA MELHOR e deixe de se preocupar com coisas que te fazem querer ser valorizado por TER ALGO OU ALGUMA COISA A MAIS”

José Roberto Marques

About The Author

Dani Teixeira

Formada e pós-graduada em algo que nunca lhe deu prazer. Conheceu o coaching, enfrentou um divórcio complicado, abandonou a advocacia no serviço público, fundou a Reconstruindo Histórias e passou a trabalhar apenas com o que ama: ajudar outras pessoas a reconstruírem suas histórias. Hoje é Master Coach, Analista Comportamental e Membro da SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching.

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