Raiva

 

“Depois da negação, a raiva é o segundo estágio no processo de luto. Pode ser muito reconfortante saber e entender que a raiva é uma parte normal ao lidar com a perda. Como muitos de nós aprenderam que não é bom sentir raiva (especialmente as mulheres), podemos bloquear justamente a raiva de que precisamos para enfrentar o divórcio.

Porém, bloquear sua raiva lhe trará consequências negativas porque a ira não vai embora. Em vez disso, ela inflama e fica ainda pior. Raiva demais, assim como qualquer emoção em excesso, pode trazer resultados cada vez menores. Ao invés de ajudá-lo, pode prejudicar seu processo de recuperação.

Outro fator importante ao lidar com a raiva é entender de quem você está com raiva. Com muita frequência, os dedos são apontados para o seu cônjuge, sua família, amigos ou chefes quando, na realidade, você está com raiva de si próprio.

Talvez você tenha aceitado insultos ou virado as costas em negação quando havia clara evidência do problema. Ou ainda você se arrepende de suas escolhas ou sente que permaneceu tempo demais e “desperdiçou” todos os seus “bons anos”.

Se você não atingir a verdadeira raiz de sua raiva, não conseguirá uma cura mais profunda. É como ter uma coceira nas costas e coçar o braço. Não atingirá o verdadeiro problema até que tenha conhecimento dos motivos pelos quais está com raiva de você mesmo”.

Susan Pease Gadoua – Mais forte a cada dia

About The Author

Dani Teixeira

Formada e pós-graduada em algo que nunca lhe deu prazer. Conheceu o coaching, enfrentou um divórcio complicado, abandonou a advocacia no serviço público, fundou a Reconstruindo Histórias e passou a trabalhar apenas com o que ama: ajudar outras pessoas a reconstruírem suas histórias. Hoje é Master Coach, Analista Comportamental e Membro da SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching.

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