3 características de mães mentalmente fortes

Por Tara Sareen

Ao longo de 21 anos sendo mãe de oito filhos, eu naturalmente vivi cercada de todos os tipos de mães com seus próprios temperamentos, personalidades e métodos parentais. Apesar das muitas diferenças estilísticas entre as mães, há três características marcantes que as mães mentalmente fortes parecem ter em comum.

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1. Elas são movidas pelos sentimentos dos filhos e ainda assim mantêm limites saudáveis.

Curiosamente, a nossa força nesta área é mais pungentemente revelada durante os momentos altamente emocionais (como as birras épicas). Como reagimos? Muitas vezes nos encontramos exaustas ou, no outro extremo, imóveis e estoicas. Uma mãe emocionalmente forte é aquela que cultivou a capacidade de continuar envolvida com seu filho, ainda que conscientemente separada do “resultado”, em um momento quente. Em outras palavras, ela é capaz de compreender os limites, e pode se livrar da ansiedade de “fazer isso parar.”

Lembro-me de um dia há muito tempo atrás no supermercado quando eu percebi que a birra do meu bebê não me fazia suar ou querer sair. Eu finalmente fui capaz de ser emocionalmente disponível para o meu filho, mas de forma alguma com a ideia de “corrigi-lo.” Essa liberdade nos liberta da raiva, frustração e constrangimento.

Isto acontece porque percebemos, em um nível profundo, que a nossa força como mães não é determinada pelo comportamento dos nossos filhos, que é fluida e em constante mudança. Pelo contrário, ela é definida pela nossa relação com os nossos filhos e pela nossa capacidade de cultivar um estado de presença com eles. Ao longo de vários anos de maternidade, comecei lentamente a entender que o meu trabalho não era corrigir meus filhos ou alterar suas emoções, mas era nutrir e alimentar a sua humanidade, de modo que eles tenham espaço para crescer, mudar e serem mais unidos de coração, espírito e mente.

Neste contexto, birras e explosões perderam o poder de estragar o meu dia e, em vez disso, tornaram-se indicativos valiosos que revelaram o meu crescimento pessoal e maturidade como uma mãe.

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2. Elas não fazem drama.

A mãe forte cultiva a harmonia em sua casa, e ela sabe que isso começa, em última análise, com a sua resiliência em resposta às situações dramáticas. Uma mãe que cria drama muitas vezes procura a atenção e satisfação de seus filhos, o que é uma forma deprimente e impossível de encontrar felicidade em seu papel como mãe.

Muitas normas sociais têm mudado ao longo dos últimos 75 anos. Mas se você perguntar a uma criança hoje “Quem é o coração da sua casa?” eu acho que a grande maioria responderia: “Minha mãe.”. Isto pode ser visto como um privilégio e uma honra ou como um fardo pesado, implacável, que pede muito de nós. Mas uma mãe forte entende sua importância como um centro emocional para seus filhos, e busca, ao mesmo tempo, maneiras de cultivar o equilíbrio e paz dentro de si mesma em primeiro lugar.

Este senso de equilíbrio se reflete na cultura da casa onde as emoções são autenticamente expressas e, em seguida, discernidas, em vez de serem simplesmente ´´despejadas´´ na circunstância imediata.

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3. Elas dizem “sim” quando querem dizer sim e “não” quando querem dizer não.

Tenho ouvido muitas pessoas dizerem: “As mulheres precisam aprender a dizer ‘não’.”. Isso pode ser verdade. Mas nós também precisamos aprender a dizer “sim”. Ou seja, temos de aprender a oferecer um “sim” sem pesar e ressentimento, um “sim” tranquilo, sem fumaça saindo de nossos ouvidos.

Entre as muitas mães fortes que conheci, percebi nelas uma força psicológica em comum: eles não são passivo-agressivas. Isso é extremamente importante para a comunicação honesta e confiante, o que inclui aprender a dizer “sim” e “não”. Essas mães não têm medo de errar; erros podem ser reparados, mas sinais mistos entre os membros da família corroem a confiança e são venenosos na vida doméstica.

Elas entendem que o verdadeiro amor e compromisso é comunicado através da clareza, sem confusão.

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Fonte: MindBodyGreen traduzido e adaptado por Psiconlinews

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About The Author

Dani Teixeira

Formada e pós-graduada em algo que nunca lhe deu prazer. Conheceu o coaching, enfrentou um divórcio complicado, abandonou a advocacia no serviço público, fundou a Reconstruindo Histórias e passou a trabalhar apenas com o que ama: ajudar outras pessoas a reconstruírem suas histórias. Hoje é Master Coach, Analista Comportamental e Membro da SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching.

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